Um Conto de Natal
Sábado, 17 de dezembro de 2016
Dez pras duas da tarde
Era o último final de semana antes do natal. Após o almoço, Miguel foi com sua irmã e sobrinha ao shopping comprar algumas coisas para a ceia que passaria com sua família em uma cidade do interior.
Miguel tinha 26 anos, um rapaz moreno de porte mediano cuja barba o fazia aparentar ser mais velho do que realmente era. Estudava jornalismo na capital, onde tinha uma vida livre e divertida, longe do conservadorismo de sua família.
Durante o passeio ao shopping naquela tarde, atendendo a um pedido de sua sobrinha, resolveram tirar uma foto com o Papai Noel. Quando chegaram na vila natalina cenográfica encontraram uma razoável fila, mesmo assim, decidiram entrar e aguardar a vez.
À medida que a fila progredia, Miguel foi abrindo mão de apreciar a decoração e foi dando maior foco ao homem sentado na poltrona do bom velhinho. Naquele turno, assumia o posto de Noel um senhor chamado Roberto. Tinha 59 anos, e a roupa vermelha do personagem apenas completava todas as características de um tradicional papai noel que ele tinha. Roberto era alto e bem gordo, tinha uns 140Kg ou mais, um barba branca enorme, extremamente bem cuidada que ornava com suas bochechas arredondadas, e sem contar que ele ainda possuía privilegiados olhos azuis. Apesar da maquiagem para tornar suas bochechas mais rosadas, pode-se dizer que tudo ali era natural, sem enchimentos ou adornos.
Miguel tinha sim uma queda por homens maduros, em especial aqueles do mundo ursino. Homens grandes, volumosos, peludos e barbudos. E a cada momento, ele ficava mais ansioso em ter a oportunidade de se aproximar do Papai Noel. Até mais que sua própria sobrinha.
15 horas e 23 minutos
Quando chegou a vez deles, Miguel foi surpreendido com um sorriso e um aceno de sua sobrinha chamando-o para tirar uma foto juntos. Ele pensava que o desejo de sua irmã era de uma foto apenas da filha com o bom velhinho. Mas Miguel nem hesitou, pois queria chegar ainda mais perto daquele belo coroa.
Após a foto, enquanto sua irmã fazia o pagamento e sua sobrinha se distraía com a decoração e as assistentes do Noel, ele teve um breve momento a sós com Roberto.
- Sua filha? - Roberto perguntou.
- Não. Imagina! Minha sobrinha, gosto de criança mas não quero ter não.
- ho ho ho. - Roberto riu de forma debochada e após uma pausa complementou: "Achou que fiquei bem de papai noel?"
- A... achei, por que? - Miguel, embora assustado, quis saber o motivo da pergunta inusitada.
- Eu notei que você ficou me encarando muito (risos).
- Eu achei o senhor muito bonito. - Tocando em sua barba, ele perguntou a Roberto se era natural. Que sorrindo e olhando nos seus olhos, lhe confirmou.
Roberto era um homem experiente e também direto e objetivo como Miguel. Entregou-lhe discretamente um cartão profissional que guardava no móvel ao seu lado, sem dizer mais nada. Miguel saiu do local, embasbacado com a situação mas muito entusiasmado com os rumos que aquilo poderia tomar.
Prontamente Miguel adicionou o contato de Roberto e mandou um "Oi", se apresentando formalmente. Alguns minutos depois, enquanto o rapaz andava pelo shopping para seus afazeres, Roberto começou a responder as mensagens. Disse que estava encerrando seu turno, e chegou a convidá-lo para um café.
Quase 4 da tarde
Em dado momento, a sobrinha de Miguel pediu para ir ao cinema, mas ele não esboçava o menor interesse de acompanhá-las. Pelo contrário, via ali uma oportunidade de aceitar o convite para o café de Roberto. E assim o fez. Sentou-se numa cafeteria da praça de alimentação onde disse que as aguardaria até o término do filme. Nos minutos seguintes chegou a sua mesa Roberto. Já sem a fantasia, ele estava ainda mais exuberante como homem comum e não um Papai Noel mais. Vestia uma camisa polo branca e uma calça jeans surrada. As roupas estavam muito justas ao seu corpo robusto e embelezavam ainda mais suas curvas, para alguém que sabe admirar a beleza de um "urso".
Miguel mal conseguia piscar, sentado de frente para Roberto enquanto proseavam e se conheciam um pouco mais. Ambos sabiam o que o outro queria, e não perderam mais tempo. Se propuseram a algo que a linguagem corporal já estava gritando: Sexo! A química estava muito forte e a atração era intensa entre eles. Miguel disse que teria pouco menos de 2 horas livres, mas Roberto disse que era o suficiente.
16 horas e 18 minutos
Saíram rapidamente dali direto pro estacionamento e foram até um motel indicado por Roberto próximo ao shopping. Chegando lá, estacionaram o carro extremamente ansiosos. Miguel subiu as escadas da garagem até o quarto primeiro e Roberto foi atrás, um pouco mais lento pelo seu físico e por estar distraído admirando o rapaz por trás, seus ombros largos e sua bunda avantajada.
Entraram no quarto, olharam ao redor e foram se aproximando um do outro. Se tocaram, aproximaram ainda mais seus corpos e de forma sincronizada disseram "você é muito lindo". Ambos riram da coincidência. Quando o riso cessou, seus rostos já estavam colados e um beijo sutil aconteceu. Então os rostos se afastaram, Roberto olhou para Miguel de cima, já que era mais alto que o rapaz. Apenas milésimos de segundos se passaram até que suas bocas voltassem a se encontrar, agora em um beijo ardente, intenso. Miguel sentia a barba de Roberto esfregar em seu queixo e o bigode dele se entrelaçando ao seu. Enquanto ele o abraçava pela cintura, Roberto vinha com um braço por cima, alisando-o, pressionando o corpo do rapaz contra o seu puxando-o pelas costas.
Roberto foi até um canto e tirou sua camisa. Revelava ali um corpo ursino monumental, ele tinha o peito peludo igualmente grisalho tal qual seus braços, embora tivesse poucos pelos na sua volumosa e redonda barriga. Miguel já estava extremamente excitado nesse momento, sua bermuda mal conseguia disfarçar. Roberto foi tirando sua calça com cuidado, deixando Miguel alucinado com suas coxas e panturrilhas grossas. Parou em um momento de se despir ficando apenas com uma cueca vermelha. Então, puxou Miguel pra perto dele para que o despisse também.
A cada peça de roupa que lhe tirava, Roberto desbravava o corpo do rapaz com sua boca e o degustava com sua língua. Miguel se contorcia de prazer sentindo aquela boca e aquela barba passando pelo seu corpo. Quando ele lhe tirou a roupa de baixo, seu pau já estava extremamente entumecido. Roberto estava agachado, segurou firme no membro do rapaz e olhou em seus olhos, o massageava e admirava sua cara de prazer com aquele gesto.
Não demorou muito para que ele devorasse aquele membro, provando toda sua experiência. Roberto proporcionou a Miguel o melhor sexo oral de sua vida. Era impressionante a forma como ele conduzia todo aquele ato, todos os movimentos e intensidade que ele se empenhava em entregar foram algo que Miguel nunca tinha experimentado antes.
Depois de um tempo, Roberto se levantou e conduziu Miguel até a cama onde o deitou e tirou sua última peça de roupa. Ele estava igualmente excitado, uma rola pequena, mas muito grossa, com uma glande rosada e um saco avermelhado grande com poucos pelos. Seu pau era lindo, curto, levemente curvado para cima e com veias aparentes, e ainda estava babando de tesão pela mamada que havia dado em Miguel. Mas ele desejava ser retribuído. Então, subiu na cama de joelhos e aproximou seu membro do rosto de Miguel, e num gesto de condução trouxe a cabeça do rapaz no rumo abaixo da sua barriga, ao que ele abriu bem a boca para receber aquele membro roliço.
Miguel mamou Roberto como um bezerro faminto, sugava com muita vontade aquela rola. Isso o deixava cada vez mais excitado e tornava seu sexo oral cada vez mais intenso. Roberto segurava a cabeça do jovem empurrando-a contra sua púbis avantajada e macia. Em alguns momentos ele usava a outra mão para suspender sua barriga para o rapaz engolir sua rola ainda mais fundo, esfregando no céu da boca até tentar tocar sua garganta. Isso o fazia engasgar, mas ao mesmo tempo não parecia se incomodar, muito pelo contrário.
Roberto disse que não iria conseguir controlar aquilo por muito tempo, e sem ter certeza se Miguel consentiu ou apenas não ouviu seus recados para parar, ele prosseguiu. Quando não tinha mais fôlego para conduzir a mamada que recebia, ele deixava apenas o movimento do rapaz ditar o ritmo. Os gemidos foram aumentando de intensidade e frequência, até que sincronizassem os movimentos de Roberto e Miguel.
Meia hora depois, talvez
O gozo estava por vir. Miguel sentia isso e começou a se tocar de tanto tesão naquele momento. Roberto disse "Eu vou gozar, cara.", e ouviu apenas um "uhum" de quem estava com a boca totalmente ocupada. Prontamente, ele começou a ejacular jatos fortes de porra na boca do rapaz. Miguel sentia todas as esguichadas preenchendo sua boca. Foram 4 jatos fortes e fartos, que deixaram a boca do rapaz completamente tomada pela porra quente e adocicada de Roberto. Ele mal conseguia mantê-la fechada naquela rola grossa. Quando começava a escorrer pelo canto, ele sentiu um ímpeto de engolir tudo. A textura e sabor lhe eram muito agradáveis e ele queria continuar chupando Roberto.
Sem tirar a rola da boca, que perdia a ereção rapidamente após o orgasmo, Miguel se masturbava de forma mais intensa enquanto acariciava a barriga de Roberto com a outra mão. Ele urrava com a boca ainda abafada por uma rola grossa na qual dava leves mordiscadas, e se entregava ao momento de gozar também. Quando seu gozo enfim veio, ele se contorcia enquanto soltava um primeiro esguicho forte e muito alto. Roberto ficou admirado com a altura que aquela esporrada alcançou. Foi apenas nesse momento que Miguel se desprendeu da rola de Roberto e pôde respirar aliviado, relaxado.
Roberto deitou ao seu lado e ficou acariciando o pau do rapaz que ainda pulsava. Miguel passava a mão no peito peludo daquele belo urso, admirando-o e olhando nos seus olhos azuis. Mas o tempo livre de Miguel estava se esgotando. Levantaram e foram para o chuveiro se banhar, esfregando o corpo um do outro. Roberto passava o sabonete na barriga de Miguel para tirar toda a porra ressecada, sorriam e se beijavam.
17 horas, 17 minutos e 32 segundos
Saíram daquele motel felizes e satisfeitos com a experiência daquela tarde. Miguel deixou Roberto em um ponto de ônibus em frente ao shopping e retornou para o estacionamento. Estava inclusive um pouco atrasado. Tanto que ao retornar para a praça de alimentação logo encontrou sua irmã e sobrinha no local combinado, e fizeram um lanche por ali mesmo, até se cansarem do shopping para irem embora.
Mas, mais embaraçoso do que explicar o motivo de ter se ausentado, foi ter que explicar porquê o carro estava em uma vaga diferente da de quando chegaram ao shopping naquela tarde. Sua irmã não chegou a comentar, mas ele notou a cara de confusa que ela havia feito. A ela, só restou cogitar o motivo pelo sorriso na cara do irmão, mas sem fazer ideia com quem seria.
Já havia escurecido quando voltaram pra casa dos pais de Miguel, que naquela noite só conseguia pensar na experiência incrível que tinha tido naquele dia.
Outro Conto de Natal
Sábado, 24 de dezembro de 2016
21 horas
Era noite de natal e Miguel ajudava sua mãe nos últimos preparativos para a ceia. Próximo das dez da noite, as visitas começaram a chegar, e ele preferiu ficar um tempo recluso no quarto descansando e mexendo no celular. Embalado pelas mensagens de felicitações natalinas que havia recebido, resolveu enviar uma para Roberto, o coroa belíssimo que ele havia conhecido há alguns dias no shopping.
Depois do primeiro encontro que tiveram, eles trocaram apenas curtas mensagens, muito provavelmente pela correria do trabalho de Roberto no shopping e de Miguel com as festividades da data. Se falaram tão pouco desde aquela primeira vez, que pairou no ar uma dúvida velada de ambas as partes se havia realmente um interesse especial entre eles ou se tinha sido apenas um momento de curtição. A diferença de idades era um dos fatores que alimentavam essa dúvida.
Mas Miguel estava inspirado naquela hora. Enquanto digitava ele lembrava de cada detalhe daquela tarde que se conheceram. A cada palavra escrita seu pau se enrijecia mais até o ponto de precisar abrir o zíper da bermuda. Vinha no seu paladar o gosto do pré-gozo de Roberto e seu maxilar se lembrava da grossura daquela rola madura em sua boca. Realmente é algo no mínimo estranho acharem que não tinha algo especial entre eles depois daquela primeira experiência em um motel.
22 horas 24 minutos e 10 segundos
Miguel conseguiu montar uma mensagem linda, e ao mesmo tempo picante. Seu pau já estava escorrendo uma babinha quando clicou em enviar. E ao receber a mensagem, Roberto imediatamente começou a gravar um áudio onde abria seu coração agradecendo pelo carinho, mas principalmente, enfim agradecendo por aquela breve tarde que passaram juntos.
Roberto estava a toa em casa e sozinho, acompanhava com o coração acelerado a notificação de "digitando" durante todo o tempo que Miguel lhe respondia após o áudio enviado, e ficava eufórico e ansioso para ler tudo que o rapaz teria a lhe dizer depois de se abrir. Tinha agora a certeza de que o encontro deles foi sim especial, e não somente uma aventura aleatória.
Mas a reciprocidade ainda não veio naquele momento. Miguel começou a falar da sua programação da noite que era bem cheia, embora a de Roberto fosse o oposto. Ironicamente, aquele grande homem de barba branca, corpo volumoso, curvas exuberantes e que desempenhou por semanas o papel do bom velhinho, passaria a véspera de natal sozinho. Mas ele não se importava, trabalhou como Papai Noel no shopping até às oito naquela noite e queria mesmo descansar, tinha sido um ano muito movimentado. Miguel ficou encucado com a situação e lhe ofereceu uma visita como presente de natal ao que Roberto aceitou com muito entusiasmo.
23 horas 15 minutos e 52 segundos
Após um longo bate papo, combinaram então que após a ceia, Miguel faria uma visita e entregaria pessoalmente um presente. Roberto que estava um pouco cansado, aproveitaria as horas até lá para tirar um cochilo. Após bloquear o celular, Miguel foi tomar um banho completo e bem demorado. Saiu do banheiro vestindo uma calça skiny bege número 44. A calça podia parecer grande mas o vestia bem por ter um quadril largo e uma bunda protuberante. Retornou até o quarto para vestir uma camisa, pegar seu celular, e em seguida foi até à sala terminar de cumprimentar as visitas que já haviam chegado para a ceia em sua casa.
E a ceia foi um sucesso. Já era próximo de uma da manhã quando alguns dos convidados da família de Miguel começaram a ir embora. Ele mal comeu naquela noite, estava ansioso e viu ali a oportunidade perfeita para se ausentar e ir até a casa de Roberto como prometido. Disse a seus pais que visitaria um amigo da época de colégio e deixou o recinto naquela noite.
1 hora e 8 minutos cravados
Miguel pegou o carro de sua irmã emprestado novamente para ir até o endereço que Roberto havia lhe informado. Chegando lá bem rápido, desceu do carro e tocou a campainha. Viu aquele belíssimo urso saindo da casa, vestia um short azul bem levinho que aparentava estar sem cueca, e uma camisa regata branca bem justa ao corpo. Na roupa com tamanho um pouco menor, era possível ver a barriga aparente caída sobre o short até seu umbigo, e os pelos de seu peito saltando por cima da gola.
- Que bom que você veio, rapaz! - Disse Roberto abraçando Miguel assim que lhe abriu o portão.
- Eu não poderia deixar de vir, entregar um presente pra você. - Respondeu Miguel.
Roberto lhe deu um beijo forte na bochecha e o convidou a entrar, foram caminhando em silêncio pelo jardim da frente da casa, uma construção antiga com leve cheiro bucólico, de folhagem molhada e madeira cortada que o jovem não soube distinguir ao certo. Sentaram-se na sala onde Roberto tinha cochilado e passava na televisão um show especial de natal.
Sentaram-se num sofá de dois lugares, bem próximos um do outro. Miguel de frente pra televisão (fingindo que estava assistindo), Roberto de lado, uma perna cruzada sobre a outra, uma mão na sua panturrilha grossa e o outro braço por trás de Miguel no encosto do sofá.
- E aí, como foi a ceia com sua família? - Perguntou Roberto puxando uma conversa.
- Ah, foi tudo normal. Muita comida e muita conversa fiada. - Disse Miguel meio sem graça com sua resposta, mas continuaram...
- Que tipo de conversa fiada, meu jovem?
- Papo de política e religião.
- É. Complicado mesmo. Sua família sabe de você?
- Não. Bem, eu nunca contei. Mas acho que minha irmã sabe sim.
- Ela é mais velha ou mais nova que você? - Roberto quis saber.
- Mais velha. Foi com ela que fui ao shopping naquele dia, e levamos minha sobrinha, filha dela, pra tirar uma foto com você de papai noel.
- Ah é!? - Riu Roberto, que completou: "E ela sabe que você foi pegar o Papai Noel?"
- Ela imagina que eu saí pra aprontar aquele dia sim. Só não imagina que foi com o Papai Noel.
- Como assim? Ela não imagina que você pegou um cara mais velho, com o dobro da sua idade?
- Não. Não é isso. Aliás, eu prefiro mil vezes assim. Não curto caras jovens e nem com porte assim, parecido com o meu.
Miguel ficou preocupado de ter sido mal interpretado por Roberto, ou de ter ofendido ele por conta da idade. Em resumo, Miguel é quem estava constrangido para dizer que sentia atração por homens maduros e gordos. Ele não sabia como seria recebido ao externar isso. Se seria lisonjeiro ou ofensivo, já que conheceu Roberto há poucos dias, e até mesmo por questões de sua criação conservadora e padronizada.
Alguns minutos depois
Ao terminar esse assunto, Roberto tocou a orelha de Miguel lhe fazendo um carinho, que fechou os olhos em transe com esse toque. Roberto se debruçou sobre o rapaz, trouxe sua mão até o queixo e lhe deu um beijo na boca. Um beijo romântico dessa vez, um leve encostar de lábios que foi evoluindo até suas línguas invadirem a boca um do outro. Conforme o beijo ficava mais intenso, se tocavam desbravando o corpo alheio. Roberto adorava sentir a juventude e músculos sutis, e Miguel ficava enlouquecido com as curvas e pelos de Roberto. Um completava e atendia aos desejos carnais do outro, a química entre eles era de fato muito forte.
Roberto se levantou e tirou sua camiseta, Miguel fez o mesmo ainda sentado no sofá. Ele sentou de joelhos sobre o colo de Miguel, deixando parte do seu peso sobre o rapaz. Segurava-lhe a cabeça e o beijava ferozmente. Miguel deslizava suas mãos pela cintura e braços de Roberto, sentindo seus pelos e membros largos. Seu pau ficava cada vez mais duro e Roberto já podia senti-lo cutucando-o.
Em seguida, Roberto se levantou e abaixou seu short. Revelou novamente a Miguel aquela rola grossa e avermelhada. Não estava totalmente dura, mas mesmo assim ele pediu para o rapaz: "Vem cá, me mama gostoso que nem da última vez".
Miguel não hesitou. Avançou um pouco a cabeça, pegou os enormes testículos de Roberto com uma mão e apoiou a outra nas coxas grossas de Roberto. Veio lambendo a glande avantajada e engolindo aos poucos aquele membro roliço. Ele conseguia sentir aquele pau suculento endurecer dentro de sua boca, era incrível e demonstrava como realmente aquele homem havia curtido seu sexo oral.
Quando sua rola já estava completamente dura, ele ergueu Miguel e se beijaram novamente. E então, desabotoou a calça do rapaz que a tirou imediatamente junto com a cueca. Eles se tocavam por baixo enquanto se beijavam, a mão de Miguel deslizava pelo pau de Roberto que estava babando pela mamada que recebera. A rola de Miguel também estava levemente úmida, por conta de todo pré-gozo que havia expelido.
Mais alguns minutos depois
- Posso abrir meu presente? - Perguntou Roberto a Miguel com um sorriso safado no rosto e uma piscada com seus lindos olhos azuis.
Ao que Miguel disse que sim, ele virou o rapaz de costas abrindo sua bunda afastando suas nádegas avantajadas. Começou a esfregar seu pau duro ali. A diferença de altura entre eles era um pouco desconfortável e Roberto precisava flexionar as pernas, mas Miguel percebendo isso subiu de joelhos no braço do sofá e empinou sua bunda para Roberto. Agora sim estava perfeito. Roberto ficou encantado com aquela bunda nua que admirou da outra vez subindo as escadas, e esfregava novamente seu membro rijo e melado no rabo de Miguel. Quando abriu novamente as nádegas do rapaz para ver melhor seu cuzinho delicado, lhe veio um ímpeto de chupá-lo.
Miguel desceu do braço para o assento do sofá, e Roberto se ajoelhou no chão de costas para a TV. Apoiou um de seus braços fortes e abaixou um pouco mais a cintura de Miguel. Começou então a passar a ponta da língua no seu cuzinho apertado, ao que o rapaz mal conseguia se conter. Soltava altos gemidos de prazer a cada vez que sentia aquela língua úmida e quente, e ainda ia à loucura quando sentia a barba grisalha de Roberto passando no seu rego. Ele se contorcia de prazer e às vezes se tocava, mas logo Roberto o interrompia. Segurava a mão do rapaz para que parasse de se masturbar porque queria que aquilo durasse por muito tempo.
Quando Roberto sentiu que as pregas de Miguel relaxaram, ele começou a massagear aquele cuzinho com certa delicadeza. Ele era experiente, sabia dominar aquela situação e a hora certa de avançar. Ele chupou o próprio dedo do meio e foi enfiando lentamente em Miguel. Sentia a musculatura daquele reto mordiscar seu dedo como quem queria que fosse mais fundo, e foi fazendo assim até que não fosse mais possível enfiá-lo. Ficou ali parado fazendo movimentos sutis, circulares, de vai e vem. Miguel não mais gemia, agora ele gritava de prazer que só podia ser abafado um pouco pelo barulho da televisão ligada.
2 da madrugada
A TV anunciava a próxima programação, quando Roberto se levantou e se preparava para dar o próximo passo. Miguel o interrompeu pois não estava completamente seguro após a ceia, mesmo com todas as brincadeiras que tinha recebido ali. Antes mesmo que o jovem pudesse se manifestar, Roberto captou o que deveria fazer. Com toda sua experiência já sabia do que se tratava. Assim como o seu cartão profissional no shopping, ele tinha na gaveta do móvel ao lado alguns preservativos estrategicamente guardados. Pegou um deles e colocou em seu pau com certa dificuldade porque era um membro curto e muito grosso. Miguel estava olhando pra trás se certificando para ficar mais aliviado. Voltou o rosto pra frente e se debruçou novamente oferecendo sua bunda de presente para aquele urso monumental.
Roberto deu uma cuspida na mão e a passou no seu pau encapado para lubrificá-lo também, posicionou na portinha e foi forçando lentamente seu pênis enrijecido para dentro de Miguel. O rapaz ajudava um pouco, afastando suas nádegas e arreganhando mais o seu cu. Isso fez a cabeça grande do pau de Roberto entrar, e Miguel gritar. Ficaram ali um tempinho parados.
Preocupado se estava tudo bem ele perguntou ao rapaz se poderia continuar. "Pode", ele respondeu. Roberto levantou sua barriga e empurrou mais sua rola, até estar totalmente dentro de Miguel, e depois soltou sua barriga sobre a cintura do rapaz. Em seguida, segurou aquele quadril largo com força e começou a fazer movimentos leves, afastando e enterrando sua rola naquele rabo quente. Miguel nunca tinha experimentado uma rola daquela grossura em seu rabo, mas superou seus medos que eram menores que seu tesão, e estava tudo certo. Roberto tinha uma ereção confortável, seu membro grosso dava prazer sem machucar. Ele continuava fazendo movimentos curtos de forma que seu pau não saía de dentro de Miguel em nenhum momento.
Ficaram ali nessa mesma posição por longos minutos. Estava extremamente confortável e prazeroso para ambos. Nenhuma palavra era dita, apenas gemidos e espasmos. Era a forma de se comunicarem naquele momento. Se entendiam dessa forma e sabiam se precisavam corrigir algo ou apenas continuar, e assim o fizeram.
Longos minutos se passaram
A respiração de Roberto foi ficando ofegante, seu ritmo acelerando, o tesão de Miguel o fez empurrar seu corpo contra para sentir cada estocada mais fundo. Isso foi crucial para que Roberto atingisse o orgasmo e gozasse como nunca. Apesar do preservativo, Miguel podia sentir as esguichadas de porra a cada latejada daquele pau atochado no seu rabo. Roberto se debruçou sobre as costas do rapaz, cansado e realizado. Seu pau saiu com a camisinha estufada de tanto sêmen, chegava a escorrer pelos lados. Ele a tirou e colocou sobre o móvel ao lado do sofá.
Ainda exausto, Roberto desabou no sofá com os braços estirados. Miguel perguntou se estava tudo limpo, ao que Roberto confirmou estar tudo certo. Aliviado, ele virou e sentou-se ao lado daquele coroa viril, recebendo um abraço acalorado de urso. Seu pau ainda estava duro e ele começou a se masturbar. Roberto o beijava no pescoço, no rosto, a boca. Não demorou muito para que Miguel desse novamente uma gozada incrível. Na hora seu pau estava apontado pra frente e ele gozou longe, quase acertando a TV. Eles riram, e se beijavam com selinhos entre os risos. Ficaram ali um tempo abraçados no sofá, assistindo ao restante da programação.
2 horas e 55 minutos
Já eram quase três da madrugada quando se deram conta e saíram do transe pós sexo. Miguel levantou-se e vestiu sua roupa enquanto proseava com Roberto, dizendo como toda aquela experiência tinha sido incrível pra ele. Roberto também só tinha elogios e agradecimentos ao jovem, por tornar aquela noite de natal tão especial e memorável.
Mas o rapaz precisava retornar para casa logo pois tinha dito que apenas visitaria um amigo dos tempos de colégio, e que não demoraria. Se despediram no portão da casa de Roberto com um selinho forte e demorado. Não havia uma viva alma na rua naquela hora. Miguel chegou na casa dos pais por volta de 3 e meia da manhã.
Apesar de toda a bagunça que ele encontrou ao chegar em casa, nenhum convidado estava mais por lá, exceto sua irmã. Ela estava deitada na sala mexendo no celular, mas percebeu Miguel entrando sorrateiramente em casa e puxou papo com o irmão.
- Voltou rápido, Mig.
- Ah sim. Disse o rapaz com uma voz trêmula, e assustando com o estado da casa perguntou: - Que zona é essa?
- Ih, nem te conto. Rolou uma gritaria, um bate boca de política, tio Jorge subiu na mesa e fez uma auê. Ele tava trêbado.
- Ainda bem que eu perdi esse vexame. - Miguel, particularmente, não era muito fã deste tio.
- Pois é, e deu tudo certo no seu encontro?
- Que encontro? - Questionou Miguel a sua irmã, mas com um sorriso enorme, e impossível de disfarçar.
- Ai, para, Mig. Eu conheço esse sorriso!
Se despediram ali na sala mesmo e Miguel foi pro seu quarto repousar. Deitou-se na cama e ficou por um longo tempo olhando pro teto, suspirando e lembrando-se de cada segundo daquela noite incrível.
O Último Conto do Natal
Segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
7 e meia da manhã
A casa dos pais de Miguel ainda estava uma bagunça após a ceia de natal. Nada foi arrumado no dia seguinte porque todos passaram a tarde do feriado em um sítio. Depois do café da manhã, sua mãe resolveu começar logo a faxina e arrumação naquela semana, pois decidiram de última hora que fariam ali também a comemoração do réveillon. Limpa daqui, recolhe lixo dali, varre lá... Quando Miguel estava retirando algumas migalhas e louças sujas da mesa de jantar, observou que ela estava balançando, e acabou se lembrando do provável motivo: seu tio Jorge, bêbado, subiu na mesa em um momento de euforia e exaltação, o que pode ter causado aquele dano. Era um móvel muito robusto, porém antigo, e era de família. Ele foi ver de perto o estrago e sua mãe já o abordou externando preocupação:
- Viu só o que fizeram com a minha mesa? E eu não posso nem sonhar em jogar ela fora! - Exclamou a mãe de Miguel.
- Por que, mãe?
- Nem pensar, meu filho. Foi presente dos seus avós. Eu preciso é dar um jeito de consertar isso que seu tio fez.
- E tem como consertar esse estrago? - Perguntou Miguel, já que não tinha o menor conhecimento sobre o assunto.
- Claro que tem. Se achar um bom marceneiro, ele dá um jeito nisso.
Naquela hora, a mente de Miguel começou a matutar algumas coisas e ligou alguns pontos, pensando em algo para resolver este problema a tempo. Ele teve um estalo de memória inesperada… ou uma ironia do destino. Mas antes ele precisava ter certeza se o que ele tinha pensado era mesmo real. Então, foi às pressas até o quarto, pegou sua carteira e sacou um cartão que recebeu em uma tarde no shopping. Assim, ele pôde confirmar algo surpreendente.
Roberto, que havia lhe entregado aquele cartão, era um homem maduro e robusto que trabalhava no final de ano vestido de papai noel no shopping, mas era também um profissional autônomo de marcenaria. Inclusive, tinha em sua residência uma pequena oficina nos fundos onde ele desempenhava seu ofício. Na última oportunidade que os dois estiveram juntos, Miguel talvez não tenha notado, já que passaram toda a noite apenas na sala da casa de Roberto.
No auge de seus 59 anos, já aposentado e sozinho, Roberto ainda trabalhava nesse ramo para ajudar nas despesas de casa, assim como fazia o trabalho temporário de papai noel no shopping, que ajudava nas contas de final e início de ano. É curioso nunca terem tocado nesse assunto antes, mas compreensível. Ambos não se falaram tanto na última semana, por um receio bobo, se o que fizeram naquela tarde no motel tinha sido apenas uma aventura ou algo com um significado maior. Até então, desde que Miguel salvou o contato de Roberto em seu celular, ele se referia a ele apenas como "senhor" ou "você", e tinha salvo seu contato como: ROBERTO NOEL.
8 horas e 55 minutos
Miguel ficou eufórico. Pegou o celular e fechou a porta do quarto para entrar em contato com Roberto. Preferiu ligar ao invés de mandar mensagem, pois no fundo ele queria ouvir a voz grave daquele ursão novamente, já que tiveram a prova na noite de natal que o lance que tiveram não tinha sido apenas uma aventura.
- Alô? - Atendeu Roberto, surpreso e igualmente eufórico.
- Oi, tudo bem?
- Tudo ótimo. Melhor ainda com sua ligação.
Miguel sorriu com o coração aquecido, e continuou:
- Deixa eu te perguntar... Você é marceneiro, né?
- Isso!
- Estou com o cartão que me deu no shopping. - E mais risos.
Uma informação óbvia e boba, mas quem está apaixonado fala bobeiras assim. E parecia ser este o caso. Apesar de já terem contato por telefone, Miguel havia guardado com carinho o cartão que tinha recebido de Roberto na primeira vez que se viram, mesmo tendo pensado que poderia ter sido apenas uma aventura. E continuaram:
- Então você pode me ajudar a salvar a mesa de jantar da minha mãe. - Brincou o rapaz.
- Como assim, hehe. O que aconteceu? - Roberto riu da brincadeira e quis saber mais detalhes.
- É que meu tio subiu na mesa e ... Nem me pergunte o motivo, que eu não sei porque nem aqui eu estava.
Pausa dramática. Ambos respiraram fundo, lembrando de onde Miguel estava no provável momento deste incidente. Roberto riu mais uma vez, Miguel o acompanhou, depois retomaram o raciocínio:
- Pois então, daí um pé da mesa quebrou. Só que é um móvel muito antigo, de família, e minha mãe jamais vai querer se desfazer dele. E ainda tem mais! Pra complicar de vez, a gente vai ter uma outra festa aqui no réveillon e minha com certeza vai precisar usar essa mesa. Então, quero saber se esse problema tem solução. Será que você pode me ajudar? Digo, ajudar minha minha mãe.
- Quanta informação! Calma, rapaz. Acho que dá sim. Mas eu preciso ver o móvel pra entender o que aconteceu e o que precisa fazer pra consertar.
- Ai que maravilha! - Suspirou Miguel aliviado, mas também animado em ter uma nova oportunidade para ver Roberto pessoalmente.
- Mas fora isso, tá tudo bem com você? - Questionou Roberto.
- Tá sim. Na verdade eu tô ótimo. E honestamente, tô com saudade também.
- Ô lindão, também estou. Pode ficar tranquilo que dou um jeito de ir aí amanhã te ajudar e a gente aproveita pra se encontrar novamente.
- Mas aqui não dá, eu tô na casa dos meus pais! - Alertou Miguel, com o coração disparado.
- Hahaha! - Roberto gargalhou alto, e depois o tranquilizou: - Não é esse encontro que estou falando... ainda. Quis dizer apenas da gente se ver. Eu gostei muito de ti.
- Ah bom. Eu também gostei muito de você viu, como nunca gostei antes de alguém.
Um silêncio constrangedor encurtou aquela ligação, uma tosse seca e frases depois eles desligaram o telefone, e por mensagem Miguel passou seu endereço para Roberto. Então o rapaz voltou até à sala de jantar e disse à sua mãe que “entrou em contato com um moço para olhar a mesa”. Ela, surpresa, quis saber dos detalhes. Mas o filho não revelou, somente comentou que pesquisou na internet e encontrou um profissional do ramo.
Terça-feira, 27 de dezembro de 2016
9 horas, 36 minutos e 8 segundos
No meio da manhã do dia seguinte, Roberto chegou de táxi na casa dos pais de Miguel. Aquele homem robusto desceu do veículo todo paramentado como um marceneiro raiz. Vestia um macacão feito sob medida, por conta do seu porte. Mais uma vez a vestimenta tinha um caimento justo ao corpo de Roberto, sua barriga ganhava maior destaque graças a um cinto de utilidades que ele portava. Por baixo, ele usava uma camisa branca velha com um tom surrado, a gola um pouco gasta que ficava caída permitindo ver os pelos do seu peito, mas que o tecido ainda permanecia justo ao seu corpo, moldando suas curvas. Na parte de baixo da roupa, era visível o destaque e a marca do volume entre suas pernas mesmo sob um jeans, parecia até que ele não estava usando cueca. Era um volume admirável, já que Roberto tinha um saco generoso.
Roberto tocou o interfone da casa e Miguel gritou lá de dentro: "Eu atendo!". Ele já sabia que se tratava do marceneiro. De toda forma, ele foi até o portão receber o profissional. Ao abrir a porta e caminhar pela garagem, logo o avistou pelas frestas da grade do portão. Miguel ficou com as pernas bambas, vendo aquele homem naquele traje. Nem ele sabia que sentia um certo fetiche nisso, descobriu ali, naquele momento. Mas talvez fosse mais um sinal de uma paixão nascendo por Roberto, depois de dois ótimos momentos especiais juntos: um no motel onde se descobriram um pouco, e outro na casa de Roberto onde se conectaram mais.
O tradicional sorriso no rosto agora estava acompanhado de um brilho intenso no olhar. Mais no de Miguel, pois Roberto como um homem experiente, sabia diferenciar o lado pessoal do profissional, mesmo que no fundo ele esperasse (e desejasse) algo mais daquele serviço. Mas evitaria ao máximo, preocupado com a reação de Miguel na ligação do dia anterior, já que era a casa de seus pais.
Ele o recebeu e foram pra dentro de casa. Miguel informou à sua mãe quem era, como se fosse a primeira vez que o tivesse visto. Ela o cumprimentou e levou até o móvel para contar tudo que aconteceu, mais uma vez. Roberto se agachou e começou a analisar o estrago, enquanto Miguel ficou parado no canto da sala olhando-o trabalhar. Após sua análise inicial, o marceneiro disse que não era simples resolver aquilo, e deu duas opções: Eu posso fazer um paliativo aqui que não é garantido durar muito tempo já que é um móvel pesado, ou substituir a perna inteira, e aí vai durar por um bom tempo. A mãe de Miguel, apegada àquele móvel, escolheu a segunda opção, mesmo que a primeira resolvesse o problema para o réveillon, afinal ela tinha muito apego àquele móvel. Porém, neste caso, ele precisaria ir até sua oficina para fabricar uma peça igual pra substituir o pé danificado.
E Miguel, totalmente interessado naquela visita se ofereceu para ajudar:
- O senhor precisa de alguma ajuda? - Perguntou o rapaz, com sua mãe por perto no ambiente.
- Ô meu jovem, tá tranquilo aqui, a perna já está quase solta mesmo. Ela lascou toda aqui em cima e rachou, nem é tão seguro reaproveitá-la. Eu vou tirar e reproduzir outra igual, aí eu volto aqui e monto novamente.
- Entendi. Eu ajudo a tirar então.
Miguel se referia ao pé da mesa, mas queria mesmo que fosse sobre as roupas de Roberto. Por ele, transariam ali mesmo na sala de jantar, ou até mesmo em cima da mesa, pra terminar de quebrá-la. Mas claro que isso não seria possível. Roberto perguntou se tinham algo em casa que pudesse escorar a mesa enquanto ele removia o pé quebrado. Miguel e sua mãe foram até o quintal onde arrumaram alguns blocos de tijolo e levaram pra sala, e depois Roberto com ajuda de Miguel os colocou por baixo da mesa, completando com dois livros antigos de capa dura, até que atingisse a altura ideal. Roberto pegou algumas ferramentas no seu cinto de utilidades e removeu a peça com cuidado para não danificar a estrutura da mesa.
Alguns minutos para às 10h
- Bem, agora eu vou chamar um táxi e vou levar essa peça até minha oficina pra começar o serviço. Isso aqui é mogno, eu tenho umas peças dessa madeira lá, vou ver se tem o tamanho certo pra usar. Daí, passo um verniz pra manter a mesma cor. Se der tudo certo acho que até sexta eu termino e volto aqui pra montar.
- Que isso, moço! Não consegue terminar antes? - Exclamou a mãe de Miguel, assustada porque pensava que o serviço era mais rápido e a entrega imediata. Afinal, ela queria a mesa consertada pra ceia de ano novo.
- Calma, mãe. Quer colocar prazo no serviço dos outros? - Miguel retrucou sua mãe, bravo com a forma com que ela falou com Roberto.
- Não é isso, filho.
- Calma, Dona… - E antes mesmo que Roberto terminasse de falar, a mãe de Miguel sugeriu inclusive que o filho o levasse até sua oficina, como uma boa ação para que ele se solidarizasse e terminasse o serviço o quanto antes.
Claro que Miguel aceitou. Achou a ideia ótima. Todos concordaram em agilizar as coisas e seguir com este plano. O rapaz pegou a chave do carro do seu pai, e saíram de casa sozinhos, enquanto sua mãe prosseguia com a arrumação sem fim naquela casa.
No caminho até a casa de Roberto conversaram amenidades no início. Roberto quis explicar à Miguel seu prazo longo devido ao seu cansaço e sua idade, mas que entendia a situação e garantia que o serviço ficaria pronto a tempo pra festividade na casa de Miguel. Mas o jovem pouco se importava com isso. Já próximos e ao vivo, Roberto perguntou novamente a Miguel como ele estava desde a ceia. O rapaz virou o rosto rapidamente, abriu aquele mesmo sorriso de sempre, e com a mão sobre a coxa esquerda de Roberto, disse que estava extremamente feliz, e que aquele tinha sido o melhor natal da vida dele. Roberto sorriu de volta, suas bochechas redondas ficaram vermelhas. Ele pôs sua mão forte sobre a de Miguel, que apertou com força sua perna, mas sem conseguir fechar a mão por causa do tamanho da coxa daquele homem gordo e maduro.
A cada semáforo fechado no caminho, eles trocavam olhares, carícias e elogios um ao outro. Roberto passava a mão no corpo do jovem dirigindo, levantava levemente sua camisa para tocar sua barriga atlética. E Miguel, alisava a barba grande e branca daquele senhor sem tirar o olhar do trânsito. Mesmo passado o natal e o serviço temporário de Papai Noel no shopping que Roberto havia feito quando se conheceram, ele manteve a barba, linda, grande, volumosa e completamente branca. Cada fio ali demandou muito cuidado e dedicação, e Roberto particularmente adorava receber carinhos nela. Ele mesmo o fazia quando estava sozinho em casa assistindo TV.
10 horas e 15 minutos
Os dois chegaram no endereço de Roberto. Miguel não se lembrou de voltar imediatamente pra casa, agiu no modo automático e acompanhou Roberto como se já fosse de casa. Passaram pela casa, com Miguel olhando para o sofá da sala e se lembrando do que fizeram ali na noite de natal, e caminharam até os fundos onde ficava a oficina. Enquanto o marceneiro procurava dentre as peças de madeira em seu estoque alguma que pudesse usar, o rapaz corria o olho por todos os detalhes daquele ambiente de trabalho. Estudante de jornalismo, Miguel era um jovem muito atento aos detalhes a sua volta. Seu olfato reconheceu aquele cheiro de madeira cortada que sentiu na primeira vez que esteve na casa daquele belo urso, mas que no dia ele não sabia exatamente o que era. Um aroma rústico, agradável a ele, como um perfume de homem maduro.
O marceneiro encontrou uma boa peça de mogno que poderia usar, e trouxe até a bancada para começar a trabalhar. Botou o pau na mesa fazendo um barulho que chegou a assustar o rapaz que estava disperso naquela hora.
- Achei o pau perfeito. - Brincou Roberto.
- O seu é mais. - Respondeu Miguel, surpreendendo-o.
- Hahaha. Obrigado, lindo. - Agradeceu ao rapaz, com suas bochechas ficando vermelhas novamente.
- Pode me ajudar aqui?
- Claro.
- Pega o pé da mesa da sua mãe e traz aqui pra cima pra eu tirar as medidas.
- Sim senhor!
Miguel fez o que o marceneiro lhe pediu e depois se afastou vendo-o trabalhar, ficando um de frente pro outro. Roberto colocou seus óculos para tirar as medidas enquanto manuseava a madeira. O rapaz ficava admirando cada detalhe daquele homem, seu porte, sua curvas, os pelos do seu corpo, as veias por dentro do seu braço saltando a cada movimento e esforço da atividade. Foi inevitável ficar excitado. Aos poucos o rapaz foi ficando com uma ereção tão forte que seu pau chegava a ficar incomodado dentro da roupa, e ele precisava apalpar seu membro para ajustar sua postura e aliviar esse desconforto.
Roberto, que estava debruçado sobre a mesa, passou o olhar por cima dos óculos e notou aquele volume na bermuda do rapaz. Ele então endireitou sua coluna e ficou com a postura ereta, proporcionando uma visão maravilhosa. Um homem maduro, com seus 1,85m de altura e 148kg, exalando masculinidade naquela roupa justa ao corpo, e os pelos do braço levemente umedecidos assim como os do peito. Apesar da pouca movimentação, já exalava um cheiro suave de trabalhador, que agiu como um hormônio sexual, atraindo Miguel pra perto de onde ele estava.
Com passos sutis o rapaz foi contornando a bancada de trabalho e se aproximando, Roberto foi soltando as ferramentas que estava utilizando: uma trena, um esquadro e um riscador. Quando estavam cara a cara, ele levou a mão no membro rijo do rapaz, passou a outra mão pela sua nuca e lhe deu um beijo na boca, forte e intenso, que fez seu óculos se deslocar no rosto. Miguel se destravou bom inteiro, todos os membros do seu corpo relaxaram e se entregaram àquele ursão maduro, menos seu pau que pulsava a cada beijo.
Miguel passou as mãos pela cintura de Roberto, que manteve uma mão atrás do seu pescoço, enquanto a outra deslizava do seu pau até sua bunda, grande e macia. Já com as duas mãos por trás do rapaz, ele o puxou pra cima do seu corpo robusto, e o prendeu, como em um abraço de urso. A barriga avantajada do homem estava pressionada contra a do rapaz. Miguel sentia o sabor daquele urso e delirava de prazer, até o cheiro lhe deixava extremamente excitado. Além de pulsar, seu pau agora começava a babar, e babava tanto que transpassava pela sua cueca e molhava a bermuda. Quando afastaram seus corpos, uma linha de pré-gozo unia a genitália do rapaz à de Roberto, que levou o dedo interrompendo aquele líquido e depois o levou até a boca. O homem lambia os lábios provando o sabor do rapaz, que adorou ver aquilo.
Miguel então tirou sua roupa de baixo, pegou mais um pouco do pré-gozo para passar novamente nos lábios de Roberto, e depois veio descendo a mão em sua barba. Seu pau continuava pulsando, e a cada pulsada uma nova gota escorria, ele já não conseguia mais conter seu tesão.
Alguns minutos depois
Já semi-nu, Miguel beijou novamente Roberto, mas dessa vez de forma mais ardente, sem pudor nem etiqueta e acabou por desconcertar de vez o óculos no rosto do homem, que então o tirou. A boca transpassava o limite dos lábios e percorria todo o rosto, as mãos passeavam pelos corpos alheios sem rumo certo, sem caminho definido, apenas pelo ímpeto de desbravar as silhuetas que se completavam. Um jovem com seus 26 anos, estatura mediana e corpo atlético, encaixado ao corpo alto e gordo de outro homem, 33 anos mais velho. Daddy bear e chaser filhote, um clássico do mundo ursino.
Miguel tirou uma alça do macacão de Roberto, depois a outra, e começou a empurrar lentamente aquele uniforme que vestia de forma justa o corpo do homem. Quando a roupa já estava na altura na canela, o pau grosso e de veias aparentes começava a endurecer, e embora não fosse tão grande quanto o de Miguel, tinha uma beleza inquestionável. Antes mesmo que o rapaz se levantasse para retomar os beijos, ele não resistiu em acariciar o saco de Roberto, que era grande e tinha pelos grisalhos. Esses carinhos faziam seu pau se enrijecer ainda mais, parecendo que estava chamando para ser abocanhado.
Já com o pau de Roberto duro, Miguel puxou toda a pele do prepúcio para trás e passou lentamente a ponta da sua língua naquela glande rosada. Roberto sentia prazer, claro, mas queria algo mais porque seu corpo já estava tomado de tanto tesão. Ele segurou a cabeça do rapaz e começou a empurrar sua rola para dentro. Miguel tinha que abrir bem a boca pra conseguir aguentar aquele membro roliço. Quando seu nariz encostou na púbis gordinha de Roberto, o homem manteve a cabeça do rapaz naquela posição por alguns segundos, de forma sádica, quase o sufocando. Quando ele o sentiu apertando suas coxas, sabia que era a hora de liberá-lo daquele “castigo”. Miguel saiu esbaforido, respirou ofegante olhando pra cima. Por trás daquela barriga grande viu o rosto de Roberto com um sorriso sacana, perguntando se ele havia gostado. E ele disse que sim.
Roberto pediu com sua voz grossa a Miguel: "Chupa mais meu cacete!". Exatamente com essas palavras. O rapaz respirou fundo e voltou a abocanhar aquele membro veiúdo. Se beneficiava do comprimento para engolir até a base, e quando chegava nesse ponto ainda lhe dava leves mordidas pra descontar a “sacanagem” que lhe fizera. Roberto se encostou na mesa atrás, apoiou sua bunda e pós as mãos na borda pra ficar mais estável. Ele se curvava para trás, inclinando a cabeça de tanto prazer. Às vezes gemendo, às vezes entremeando seus dedos no cabelo de Miguel, posicionando sua cabeça da melhor forma para empurrar sua rola mais fundo na boca do rapaz.
No momento que os joelhos de Miguel se cansaram de ficar naquela posição, ele se levantou e retomaram os beijos lascivos. Roberto tirou seu calçado e terminou de se despir, Miguel fez o mesmo, ficando os dois completamente nus naquela oficina de marcenaria. Ele abraçou o rapaz com força, prendendo-o junto ao seu corpo fazendo um movimento de giro, deixando agora o rapaz na posição que ele estava antes. Em seguida, ele afastou alguns materiais que estavam em cima da mesa de trabalho, pegou uma das peças de roupa no chão, e forrou a beirada da bancada. Segurou o rapaz por baixo do ombro e o empurrou pra cima, colocando-o sobre a mesa. Depois afastou as pernas dele deixando aquele grande cacete totalmente exposto, na posição perfeita. Bastou ele apenas se curvar um pouco para retribuir o sexo oral maravilhoso que ele tinha recebido a pouco.
Minutos se passaram...
Miguel estava adorando, sentia os pelos da barba volumosa de Roberto tocando seu saco. E o homem, experiente que era, percebeu e quis se aproveitar. Começou a passar a língua por trás do cacete de Miguel, descendo até seu saco. Os gemidos se intensificaram, era sinal de que estava no caminho certo. Começou então a fazer de tudo ali: lambia, tocava sutilmente com a ponta dos dedos, esfregava sua barba, beijava e até dava leves chupões. Miguel começou a deitar o corpo na bancada, apoiando-se pelos antebraços e cotovelos, sem tocar as costas na mesa, era uma posição ainda confortável para deixar o saco mais exposto sem perder a visão daquele urso enorme que fazia um boquete incrível. Roberto entendeu esse gesto como uma permissão para avançar. Ele começou a descer ainda mais sua língua, até chegar na região do períneo. O rapaz não mais gemia, agora eram gritos e palavras obscenas que ele proferia.
Roberto com toda sua experiência prosseguiu naquele caminho até chegar onde ele mais queria. Tinha novamente sob seus cuidados aquele cuzinho moreno, lisinho e com as pregas que pareciam intactas (apenas parecia, ele mesmo era prova viva disso). Aos poucos ele passava a língua grossa e um pouco áspera no entorno enquanto suas mãos seguravam firmes as duas nádegas do rapaz. Depois, essas mesmas mãos começaram a apertar e abrir ainda mais a bunda do jovem, deixando seu cuzinho cada vez mais aberto, perfeito para que Roberto aproximasse bem ao centro com sua língua úmida, e a forçasse para penetrá-lo.
Miguel delirava com a boca daquele urso no seu rabo. E não somente a língua, já que algumas vezes, Roberto meio sádico, esfregava com força sua barba no rego do rapaz e lhe dava leves mordidas na bunda enquanto forçava seu dedo indicador no cuzinho. Era um exagero de prazer, a bunda de Miguel era grande e desde a primeira vez subindo as escadas de um quarto de motel chamaram a atenção daquele urso. Os dedos grossos e mãos fortes do homem também atraíram muito Miguel quando tomaram um café juntos no seu primeiro encontro. Duas partes dos corpos que admiravam um no outro, agora em ação, numa interação sexual intensa.
Miguel evitava ao máximo se tocar, porque tamanho era o tesão que sentia naquela hora que tinha medo de gozar rápido demais e acabar com aquele momento. Mas mesmo sem se tocar, seu pau escorria uma baba viscosa e se acumulava próximo ao seu umbigo. E por um longo tempo ainda continuaram naquela posição, com o cuzinho do rapaz sendo devorado pela boca faminta daquele urso. Em certo momento, o homem endireitou seu corpo, mantendo o rapaz naquela posição, com o cuzinho exposto acima do nível da bancada. Essa altura era exatamente a mesma da virilha de Roberto. Seu pau curto ficava extremamente reto quando ereto, como uma flecha. E o cuzinho do rapaz seria o alvo. Ele aproveitou que Miguel já estava bastante lubrificado e aproximou seu corpo ao dele, forçando sua rola grossa no meio da bunda de Miguel.
11 horas
Um antigo relógio que havia na oficina badalava nesse momento, mas sem tirar a atenção ou quebrar o clima do que estava acontecendo ali.
Roberto ficou brincando com o jovem, apenas deslizando seu pau na bunda dele e forçando-o quando conseguia alinhar perfeitamente sua ereção com a portinha daquele cu molhado e apertado. Ele estava segurando as duas pernas do rapaz pelas canelas e não conseguia segurar seu cacete para conduzir a uma penetração, então continuaram nesse movimento. Ora a cabeça rosada do seu pau ia pra cima e pra baixo no rego de Miguel, e ora ela parava na portinha onde era forçada a penetrá-lo, enquanto Miguel levantava levemente sua barriga para ajudá-lo.
Nos momentos em que o jovem era penetrado, Roberto sentia aquelas pregas jovens mordendo e puxando seu cacete para que entrasse ainda mais. Miguel então segurou sua própria perna deixando as mãos de Roberto livres, que levantou mais uma vez sua barriga avantajada dando o mais espaço para penetrá-lo mais fundo, até que seu saco volumoso tocasse o corpo do jovem, como um limite final até onde ele poderia ou conseguiria ir e ele soltasse sua barriga sobre o rapaz. Miguel pediu para que ele ficasse naquela posição um pouco, para que ele se acostumasse, e Roberto atendeu seu pedido.
O homem sentiu na pele o calor interno do corpo daquele rapaz. O cuzinho apertado de Miguel piscava, e o pau grosso daquele urso pulsava, sincronizados em alguns momentos. Momentos esses de pausa entre os movimentos sutis de Roberto penetrando o jovem. Roberto recuava lentamente um pouco seu corpo, sem que seu pau saísse de dentro de Miguel, mas ainda mantendo a cabeça da sua rola lá. E então ele enterrava sua pica novamente, fundo, fazendo com que sua barriga avantajada empurrasse os testículos do rapaz. Miguel sentia dentro de si toda a grossura daquele membro, e parte do peso daquele urso sobre o seu corpo.
Os movimentos foram ficando mais intensos, a respiração mais ofegante. Ambos se contorciam de prazer, um gemendo de dor e prazer e o outro urrando de energia e tesão. Roberto levou novamente as mãos nas canelas de Miguel e depois abraçou suas coxas, enterrando fundo sua rola. Nem mesmo os gemidos silenciavam os barulhos das estocadas que o homem começou a fazer naquele cuzinho, que já estava macio, laceado e ainda um pouco úmido.
Foram mais alguns minutos daquele ursão maduro macetando aquele rabo jovem, até que viesse a atingir seu orgasmo. Uma onda forte de porra foi despejada dentro daquele rabo, que já estava ardido de tanto ser penetrado por um membro tão grosso. Apesar de toda dor, Miguel não saiu machucado por conta do comprimento daquele cacete e toda a atenção e tratamento que ele tinha recebido nas preliminares. E foi graças a estes fatores que ele pode ter uma foda extremamente prazerosa. Roberto era realmente um homem experiente, e sabia exatamente o que estava fazendo. Muito provavelmente, aquela não tinha sido a sua primeira vez naquele local, naquela mesa, pensou o rapaz.
Na hora do gozo, o abraço de Roberto nas pernas de Miguel tinha sido tão forte que chegou a deixar a marca dos seus braços nelas. Aos poucos ele relaxava, permitindo Miguel abaixar suas pernas e endireitar sua postura. Roberto deu um passo para trás, com as duas mãos na cintura, esbaforido e relaxado, com um sorriso de satisfação no rosto. Miguel também sorria vendo algumas gotas de porra caindo do pau daquele urso, muito embora não estivesse totalmente satisfeito. Ele queria algo mais.
Alguns minutos depois
Quando recuperaram o fôlego, Roberto também notou que seu leite estava escorrendo, inclusive do cu de Miguel, caindo na camisa branca que ele colocou para o rapaz se sentar na bancada fria de trabalho dele. Ele perguntou a Miguel se ele queria se limpar ou tomar um banho, e Miguel aceitou o banho. Saíram da oficina e voltaram para dentro da casa de Roberto, que o mostrou onde era o banheiro.
- Pode ir ali, naquela porta à esquerda. Eu vou pegar uma toalha pra você. - Roberto orientou Miguel.
O rapaz abriu o box de vidro e entrou no chuveiro. Minutos depois chegou Roberto lhe trazendo uma toalha seca.
- Toma aqui, rapaz. Pra você se secar. - Disse Roberto lhe estendendo a mão para entregar a toalha.
- Obrigado. - Retribuiu Miguel, enquanto desligava o chuveiro e abria o box para pegar a toalha.
- Mas o que é isso? Tá de pau duro até agora? - Comentou Roberto, olhando para o cacete de Miguel, que riu.
- Eu tô com muito tesão e ainda não gozei. - Ele se explicou.
- Opa! Então vamos resolver isso.
Roberto pegou a toalha de volta e a pendurou num gancho da parede. Depois entrou no box junto com Miguel e ligou o chuveiro novamente. Com dois homens ali dentro, um inclusive sendo muito grande em diversos sentidos, aquele espaço ficou apertado, não tinha como não se encostarem de alguma forma. Miguel pos a mão na barba de Roberto e lhe puxou próximo ao rosto pra lhe beijar, enquanto Roberto começava a se ensaboar, para que também se banhasse depois de tanto suar naquele sexo intenso que fizeram na oficina de marcenaria minutos atrás.
A barriga ensaboada de Roberto indiretamente ensaboava a de Miguel enquanto se beijavam e seus corpos se esfregavam. Miguel pegou o sabonete e começou a passar nas costas de Roberto enquanto o abraçava. Roberto retribuía o abraço, forte, com seus braços e garras de um urso feroz. Nesse abraço ele conseguia sentir toda a rigidez da ereção do rapaz com aquele pau grande tocando sua barriga.
Roberto precisava cumprir sua palavra de dar um jeito naquela situação. Ainda beijando Miguel, ele pegou de volta o sabonete, empinou sua cintura e começou a passá-lo na sua bunda, empurrando um pouco da espuma para dentro do cu com seu dedo grosso. Quando sentiu que já estava bem escorregadio, ele se virou com o rosto para a parede e ofereceu seu rabo para o rapaz. Como ele era mais alto, precisou flexionar um pouco os joelhos para que pudesse ser penetrado adequadamente.
Miguel segurou a cintura de Roberto com a mão esquerda, enquanto a direita guiava seu pau entre a bunda daquele ursão até penetrá-lo. Seu pau entrou com certa facilidade, pois além de ensaboado, Roberto já não era tão apertado como ele. Miguel foi empurrando aos poucos, até que seu pau estivesse dentro daquele homem na altura que lhe era permitido fazer aquilo. Roberto com os dois braços apoiados na parede para se escorar, urrou de prazer nesse momento dizendo como aquilo era delicioso. A água do chuveiro escorria pelas costas do homem até o rapaz nos seus pelos pubianos. Se colocando na ponta dos pés para penetrar um pouco mais, Miguel começou a fazer movimentos contínuos fudendo aquela bunda maravilhosa.
A cada estocada de Miguel em Roberto, ecoava naquele box barulhos e respingos. O cu de Roberto já havia se acostumado com aquele membro grande e sentia naquele momento apenas prazer. Miguel bombava num ritmo frenético, e quando parava, Roberto rebolava na sua virilha com aquele membro sem sair do seu cu. O corpo do rapaz se estremecia, ele estava alucinado em ter a oportunidade de possuir aquele homem enorme que lhe proporcionou experiências inesquecíveis nos últimos dias.
Miguel segurou a cintura de Roberto com as duas mãos e começou a bombar com mais força e mais velocidade, proferindo gritos de adrenalina enquanto Roberto gemia de prazer. Mantiveram esse ritmo até que o rapaz enfim gozasse, e aliás, uma quantidade absurda de porra. Roberto sentiu dentro dele cada esguichada. Ele endireitou sua coluna fazendo com que o pau de Miguel saísse, pegou as mãos do rapaz que estavam em sua cintura e as trouxe para sua barriga, que o abraçou com suas mãos e braços fortes por cima. Miguel segurou Roberto nessa posição el repousou seu rosto nas costas dele lhe dando um selinho de carinho e agradecimento.
Roberto sentia escorrer algo por dentro de suas pernas e sabia pela viscosidade não era a água do chuveiro. Ficaram ali alguns segundos, abraçados, sentindo o calor do corpo um do outro, mas se refrescando com a água caindo sobre os seus corpos. Roberto então se virou e voltaram a se beijar, agora de uma forma mais carinhosa e sutil, enquanto Miguel pegava novamente o sabonete e passava no corpo do parceiro. Depois Roberto também o ensaboou. Terminaram de se lavar, se secaram e saíram do chuveiro.
Não sei exatamente que horas eram
Miguel ficou preocupado com as horas, e pediu a Roberto para voltarem a oficina onde estavam suas roupas. Quando pegou seu celular viu que tinha uma chamada perdida da sua mãe e mensagens preocupadas sobre o porquê dele estar demorando tanto. Ela achava que ele apenas daria uma carona pro marceneiro, e já haviam se passado quase 2 horas.
Já vestido, enquanto observava Roberto também se vestir, Miguel retornou a ligação para sua mãe.
- Oi mãe, você me ligou?
- Onde você tá, Miguel? - Ela perguntou brava e preocupada.
- Eu… vim no centro… comprar um chinelo. - Respondeu o rapaz, com certo gaguejo.
- E por que não me atendeu? Eu tô preocupada que você saiu pra levar o moço e já tem mais de 2 horas isso. Já fiz até o almoço e você não voltou, menino.
- Ah, desculpa mãe. Eu entrei na loja e esqueci o celular no carro. Mas tá tudo bem, eu já trou… deixei o moço na casa dele e ele tá, é, já deve tá trabalhando lá na peça pra consertar sua mesa.
- Tá bom então, mas volto logo que o almoço tá pronto.
- Tá bom, beijo.
A mãe de Miguel desligou o telefone aliviada. E Roberto, terminando de abotoar seu macacão caiu na gargalhada. Miguel riu de volta, constrangido. Quando o susto e a tensão passaram, os dois riram juntos, de forma alegre e descontraída. Roberto deu um abraço apertado e um selinho forte no rapaz dizendo o quanto ele era incrível, e Miguel o abraçou de volta, retribuindo o elogio.
O rapaz conferiu se vestiu certo sua roupa, verificou seus bolsos se estava tudo ali e disse a Roberto que precisava ir embora logo. O homem entendeu perfeitamente a situação e concordou, já que precisava fazer o quanto antes o serviço que a mãe de Miguel lhe contratou. Então ele levou o jovem até o portão e se despediu dele com um beijo no rosto. Miguel olhou para os lados na rua, não viu ninguém perto, então ele retribuiu com um selinho em Roberto antes que fosse embora.
Roberto riu e corou suas bochechas mais uma vez. Acenou com um tchau enquanto o rapaz entrava no carro.
- Tchau, meu querido.
- Tchau (gostoso) - Completou o rapaz sem exalar nenhum som. Mas com a leitura labial Roberto tinha entendido perfeitamente, e lhe mandou um beijo de volta.
- Quando ficar pronto eu aviso. - Informou Roberto, mas Miguel não escutou por já estar dentro do carro nessa hora.
Então, abrindo o vidro do lado do passageiro o rapaz pediu para que ele repetisse.
- Eu disse que aviso quando ficar pronto (lindão).
Agora era Miguel quem precisava fazer a leitura labial, e devolver o beijo no ar.
Se despediram ali na rua, e Miguel retornou às pressas pra casa de seus pais. Roberto entrou em sua casa mas não foi direto pra oficina continuar o serviço. Embora estivesse novamente com uniforme de trabalho, aquela transa tinha o deixado muito cansado. Fazia tempos que ele não tinha algo tão intenso e vigoroso assim. Ele pegou uma cerveja na geladeira, desabotoou o macacão e sentou-se no sofá para relaxar. Se pôs uma meta de só voltar para oficina depois que recuperasse as energias, e ele ainda nem tinha almoçado, comeu apena um cu naquele início de tarde. Um cu delicioso.
Meio dia e meio, aproximadamente
Miguel retornou para casa de seus pais. Estacionou o carro na rua e entrou caminhando com uma atitude totalmente suspeita: roupa levemente amassada, cabelo ainda um pouco úmido e aquele olhar de quem tinha aprontado. Sua mãe percebeu na hora que tinha algo diferente.
- Ai menino, como que tu some assim e não avisa? Vai que seu pai precisa do carro. - Ela o questionou, sem manifestar que a preocupação era totalmente dela. Coisas de mãe.
- Desculpa mãe, é que eu lembrei só na hora que tava na rua.
- E cadê o chinelo que você comprou?
Miguel olhou pro lados com a cara mais lavada do mundo e respondeu que não tinha o tamanho dele na loja.
Ela lhe devolveu um olhar de suspeita, e ele totalmente sem graça lhe entregou as chaves do carro. Em seguida foi às pressas pro seu quarto, morrendo de vergonha da má nota que tinha dado. Pegou o celular no bolso e mandou uma mensagem para Roberto, avisando que tinha chegado em casa.
- já cheguei lindao, obrigado pro tudo
- eu agradeço rapaz vc foi incrivel
- vc que é incrível. quando terminar de fazer a peça me avise
- avizo sim ate mais. bjs
- 😘